terça-feira, março 13, 2007
Não fiques triste!
O Papá teve fora uns dias e os meus meninos estavam cheios de saudades! Ontem, antes de ele chegar andavam todos atarefados a fazer um bolo de faz de conta! A certa altura, quando dei conta, parecia que tinha passado um furacão na sala! Havia arroz e massa por todo lado e também serpentinas à mistura! Da cozinha, enquanto terminava o jantar, comentei em voz alta que a casa estava toda desarrumada e que o papá se ia assustar quando chegasse. O Manelinho que ouviu o meu desabafo, veio dar-me uma abracinho em sinal de desculpa e disse com um ar muito doce: “Ó mãe, não fiques tristes!” Dez minutos depois, os três juntos, voltamos a por a sala num “brinco” para receber o Papá!
Conversa do além
- Ó Neusa, tu tens mãe?
- Sim Manelinho.
- Então onde está a tua mãe?
Com medo que o Manelinho não percebesse a Neusa resolveu dizer que a Mãe dela estava no céu! Mas parece que para bom entendedor meia palavra basta, porque ele respondeu prontamente:
- A minha mãe não está no céu, não!
- Sim Manelinho.
- Então onde está a tua mãe?
Com medo que o Manelinho não percebesse a Neusa resolveu dizer que a Mãe dela estava no céu! Mas parece que para bom entendedor meia palavra basta, porque ele respondeu prontamente:
- A minha mãe não está no céu, não!
Influências do outro lado do oceano
Um destes dias comprei uns iogurtes que traziam como brinde umas colheres com um boneco Yoco na pega. Havia seis colheres diferentes, cada uma com um fruto distinto. Eu escolhi uma com um morango e outra com um ananás! Este sábado à hora do lanche levei as colheres para a mesa. O Manelinho pegou nelas e disse com um ar muito decidido:
- Toma Diogo, a tua é a do “moango” e a minha a do abacaxi!
O Diogo concordou com a atribuição, mas foi logo dizendo que não era nenhum abacaxi, mas sim um ananás!
- Toma Diogo, a tua é a do “moango” e a minha a do abacaxi!
O Diogo concordou com a atribuição, mas foi logo dizendo que não era nenhum abacaxi, mas sim um ananás!
quarta-feira, março 07, 2007
Já sei contar...(até) ONZE!
Um dia deste à noite o Manelinho pediu água ao papá!
- “Quero água papá!”
- “Está bem néné, vou já encher o copo!”
-“Não papá, ainda não! Espera…um, dois, três…já podes por papá!”
O Diogo que estava por perto e assistiu à cena ficou admirado por ver o irmão a contar! Logo de seguida para o testar pediu ao irmão para contar até onze. O Manelinho, todo despachado, veio de lá, com o copo na mão e disse todo convencido: “ONZE!”; foi a risota geral!
- “Quero água papá!”
- “Está bem néné, vou já encher o copo!”
-“Não papá, ainda não! Espera…um, dois, três…já podes por papá!”
O Diogo que estava por perto e assistiu à cena ficou admirado por ver o irmão a contar! Logo de seguida para o testar pediu ao irmão para contar até onze. O Manelinho, todo despachado, veio de lá, com o copo na mão e disse todo convencido: “ONZE!”; foi a risota geral!
Gasóleo?
Ontem à noite tive que sair para por gasolina no carro, ou melhor, gasóleo. Quando cheguei os meus meninos ainda estavam a acordados! Assim que deram por mim vieram logo a correr dar o beijinho da noite e pedir o miminho do costume. Eu lá fui cumprir o ritual! Deitei-me no meio dos dois e dei a mão a cada um! O Diogo adormeceu em três tempos, mas o Manelinho só queria conversa!
-“Oh mãe, onde foste tu?”
- “Fui por gasóleo no carro!”
- “O teu carro nunca teve gasóleo?”
- “Tinha querido, mas estava a acabar?”
- “Oh mãe, mas não podia acabar!” “Para onde foi esse malandro?”
- “Gastou-se filho, quando o popó anda, gasta gasóleo!”
- “Ah!? Está bem mamã!” : diz o Manelinho com um ar um pouco confuso.
-“Oh mãe, onde foste tu?”
- “Fui por gasóleo no carro!”
- “O teu carro nunca teve gasóleo?”
- “Tinha querido, mas estava a acabar?”
- “Oh mãe, mas não podia acabar!” “Para onde foi esse malandro?”
- “Gastou-se filho, quando o popó anda, gasta gasóleo!”
- “Ah!? Está bem mamã!” : diz o Manelinho com um ar um pouco confuso.
Noddy & Pirata

Antes das férias na neve foi o Carnaval! Depois de muita negociação o Diogo lá se transformou em Noddy! Tinha bochechas e tudo! O Manelinho, mais ao estilo dele, virou Pirata das Caraíbas e tinha uma “pada muito gande”!
Estavam os dois felizes cada um com a sua máscara e eu, cheia de vontade de ter uma também! Talvez pró ano, com mais tempo!
Estavam os dois felizes cada um com a sua máscara e eu, cheia de vontade de ter uma também! Talvez pró ano, com mais tempo!
terça-feira, março 06, 2007
Férias na neve
Fomos de férias, os quatro. Desta vez decidimos-nos por um destino mais frio e puro! Andorra, as famosas férias da neve. A viagem foi longa mas os nossos meninos tiveram à altura! Entre músicas da carochinha e paragens qb lá chegamos ao nosso destino! Estava a nevar, por isso a recepção não podia ter sido melhor.
A expectativa era alta, tanto dos pais como dos filhos. De manhazinha lá fomos nós para a estância. Foi uma canseira! Alugar skis, escolher tamanhos, afinar e finalmente arranjar uma escolinha para acolher os nossos meninos, com o material todo às costas! Depois de tudo isso, parecia que tinhamos chegado ao fim de um dia intenso de ski! Mas estava só a começar!
O primeiro dia foi complicado! Era tudo novo e desconhecido e por isso a vontade que havia pra experimentar o novo desporto depressa se tranformou em choros e medos!O pai entrou em acção e o Diogo lá ganhou uma banhoca de confiança e mimo! No dia seguinte, lá estava ele, ponto para a escolinha. Subiu, desceu, brincou, tudo na escolinha e com a ajuda das professoras! Vendo o ritmo da escolinha, confesso que pensei que o Diogo não chegasse ao fim da semana a esquiar!Por isso, na quinta-feira, quando o vi a subir a cordinha e a descer em “cunha” fiquei agradavelmente surpreendida.
O Manelinho, ainda é pequenito e por isso não teve direito à escolinha do ski, pra grande pena dele. Por isso, como compensação, andou de trenó e também de prancha com o papá! Talvez pro ano o deixem experimentar!

Tão divertido como andar de ski foi o andar de “ovinhos”, o teleférico em linguagem de gente grande! Enquanto os papás iam tirar a barriga da miséria a fazer umas pistas, as mamãs e os quatro meninos iam fazer umas “piscinas” nos ouvinhos!Pode parecer tarefa facil, mas obrigava a uma certa cordenação, uma vez que a entrada era feita em movimento! Mas valia a pena, porque a alegria era geral e o momento era de descanso para as mamãs!
A semana chegou ao fim, para grande pena de pequenos e graudos. Mas fica a lembrança que fotos e filmes não deixam esquecer e a esperança de voltar pro ano!
A expectativa era alta, tanto dos pais como dos filhos. De manhazinha lá fomos nós para a estância. Foi uma canseira! Alugar skis, escolher tamanhos, afinar e finalmente arranjar uma escolinha para acolher os nossos meninos, com o material todo às costas! Depois de tudo isso, parecia que tinhamos chegado ao fim de um dia intenso de ski! Mas estava só a começar!
O primeiro dia foi complicado! Era tudo novo e desconhecido e por isso a vontade que havia pra experimentar o novo desporto depressa se tranformou em choros e medos!O pai entrou em acção e o Diogo lá ganhou uma banhoca de confiança e mimo! No dia seguinte, lá estava ele, ponto para a escolinha. Subiu, desceu, brincou, tudo na escolinha e com a ajuda das professoras! Vendo o ritmo da escolinha, confesso que pensei que o Diogo não chegasse ao fim da semana a esquiar!Por isso, na quinta-feira, quando o vi a subir a cordinha e a descer em “cunha” fiquei agradavelmente surpreendida.
O Manelinho, ainda é pequenito e por isso não teve direito à escolinha do ski, pra grande pena dele. Por isso, como compensação, andou de trenó e também de prancha com o papá! Talvez pro ano o deixem experimentar!

Tão divertido como andar de ski foi o andar de “ovinhos”, o teleférico em linguagem de gente grande! Enquanto os papás iam tirar a barriga da miséria a fazer umas pistas, as mamãs e os quatro meninos iam fazer umas “piscinas” nos ouvinhos!Pode parecer tarefa facil, mas obrigava a uma certa cordenação, uma vez que a entrada era feita em movimento! Mas valia a pena, porque a alegria era geral e o momento era de descanso para as mamãs!
A semana chegou ao fim, para grande pena de pequenos e graudos. Mas fica a lembrança que fotos e filmes não deixam esquecer e a esperança de voltar pro ano!
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